terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

INTERVENÇÃO DE TERCEIROS - NOVO CPC


A princípio, a sentença proferida num processo só deve atingir, favorecer ou prejudicar as partes (autor e réu). Todavia, há situações em que a decisão tomada num processo tem reflexo em outra relação jurídica de direito material, estendendo indiretamente os efeitos da sentença a terceira pessoa estranha à relação jurídica processual originaria. Portanto, é basilar perceber que a correta compreensão das intervenções de terceiro passa, necessariamente, pela constatação de que haverá sempre, um vínculo entre o terceiro, o objeto litigioso do processo e a relação jurídica material deduzida.
Assim, este “terceiro juridicamente interessado” pode, com o escopo de defender interesse próprio, intervir voluntariamente no processo, ou mediante provocação de uma das partes. A intervenção por provocação de uma das partes, na chamada “intervenção provocada”, envolve dois institutos diversos, quais sejam:DENUNCIAÇÃO DA LIDE e CHAMAMENTO AO PROCESSO. Já a intervenção por iniciativa própria do terceiro, na chamada “intervenção voluntária”, envolve um instituto, a ASSISTÊNCIA.


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